O interesse e valor da estimulação ventricular programada (EVP) na estratificação de risco em doentes com síndrome de Brugada mantem-se um tema controverso. Uma meta-análise de 8 registos prospectivos publicada recentemente na revista Circulation indica que a indutibilidade de arritmias ventriculares malignas por EVP identifica doentes com maior risco de eventos arrítmicos. No entanto, uma análise cuidada dos vários subgrupos de doentes não permite na minha opinião modificar a indicação IIb dada à EVP nas últimas guidelines europeias.

 

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