ETE não consegue predizer risco de AVC subsequente no FOP
Wessler publica na ultima edição online do Circulation Cardiovascular Imaging um estudo multicêntrico e multinacional que procura validar um conjunto de aspectos avaliados por ETE como o tamanho do FOP, hipermobilidade do SIA e a presence de shunt E-D em repouso, como marcadores de risco para AVC. O estudo, que comparou dois grupos de doentes sem (n=657) e com esses factores (n=637) concuiu que nenhum deles se associava a AVC criptogénico.